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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Ministro da Cultura Roberto Freire (PPS), comprova credibilidade ao ter seu nome retirado da lista de Fachin

Roberto Freire é um dos mais respeitados e
influentes políticos brasileiros.
O Presidente nacional do Partido Popular Socialista (PPS), Assumiu o Ministério da Cultura do governo de transição do presidente Michel Temer (PMDB) em 23 de novembro de 2016.

Conhecedor profundo dos problemas brasileiros e observador crítico e atualizado dos fatos mundiais contemporâneos, Roberto Freire é reputado por toda a mídia como um político sério e competente. Não foi à toa que o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) o escolheu por sucessivos mandatos como um dos 100 \"cabeças\" do Congresso Nacional.

Roberto Freire chegou a este patamar de reconhecimento público por suas idéias, convicções e atitudes. O seu nome sempre esteve no rol dos políticos sérios, sem uma só denúncia ou suspeita sobre a sua atuação – e este é o seu maior patrimônio político após 36 anos ininterruptos na política (um mandato como senador, seis mandatos como deputado federal e um como estadual).

O ministro da Cultura Roberto Freire, um dos sete pernambucanos citados na lista de Fachin, teve seu nome corrigido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na noite desta terça-feira. Agora são seis, os pernambucanos investigados na Operação Lava-Jato. 

Além de Roberto Freire, cinco senadores, que inicialmente constavam na lista, tiveram seus nomes retirados. Entre ele estão Eduardo Amorim (PSDB-SE), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Garibaldi Alves Filho (PDMB-RN), Marta Suplicy (PMDB-SP) e Agripino Maia (DEM-RN). 

O inquérito de Roberto Freire será encaminhado para uma análise pela PGR. Com isso, agora são seis os pernambucanos investigados na Lava-Jato, com base nos depoimentos dos ex-diretores da Odebrecht: Bruno Araújo (PSDB), Humberto Costa (PT), Fernando Bezerra Coelho (PSB), Jarbas Vasconcelos (PMDB), Betinho Gomes (PSDB) e o ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Vado da Famácia.

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